• O que só “Sex and the City” pode ensinar

    5 de janeiro, 2015

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    Recentemente, usufrui 100% de um presente do Natal de 2013: terminei de assistir todas as temporadas de “Sex and the City”, que, inicialmente, era um livro de mesmo nome. Para quem só leu sinopses sobre a sério na internet, parece que se trata da relação entre amigas, sexo e compras na badalada NY desde 1998. Quem supôs tratar-se apenas disso, equivocou-se completamente. Há, sim, esses quatro pilates que norteiam grandes histórias de amor, entre amigos e namorados; mulheres independentes que não se incomodam com rótulos de mãe solteira, romântica, conservadoras ou liberadas sexualmente.

    Carrie Bradshaw me ensinou que se pode ter milhões de sapatos sem se sentir culpada, e que um guarda roupa lotado de peças nunca será um exagero, já que cada item guarda uma história; que amores vem e vão, deixando na memória aprendizados e experiências com os erros e acertos, que sempre encontraremos o amor mais sincero e verdadeiro nas nossas melhores amigas e que o destino tem um Big para cada um de nós.

    Norteada por relacionamentos que dão errado, problemas de saúde, divórcios e gravidez, “Sex and theCity” trata de temas que até hoje ainda sofrem por serem tabus na nossa sociedade, como a liberdade sexual da mulher, a emancipação feminina, a homossexualidade, ser mãe solteira e o uso de drogas. Temas que são tratados com naturalidade e que deveriam esclarecer muitas pessoas.

Raquel P. Fejgiel

Criei o blog em 2014, com a intenção de escrever sobre moda, gastronomia, lifestyle, beleza e viagens. Sou formada em Jornalismo na UFRJ, Produção de Moda pela Puc-Rio e Branding no IED Rio. Entre vários cursos que fiz na área de moda estão alguns como "Marcas que fazem a Moda no Rio" na Casa do Saber, Personal Stylist e Jornalismo de Moda no Instituto Rio Moda.

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